Clássicos: considerado como um modelo do gênero; exemplar; obra que se tornou referência. Ainda que um título seja uma unanimidade de crítica quando é lançado, isso não significa que lá na frente ele ainda será lembrado e até mesmo considerado uma obra relevante. Por outro lado, há outros títulos recebidos com frieza e que acabam redescobertos com expressividade. É válido dizer isso, porque não existe uma fórmula para algo se tornar um clássico. É o tempo e a percepção do retrato de sua época. É o pioneirismo, é o modelo, é a referência e a mensagem perpetuada.



Pensando nisso, em parceria com o Telecine, separamos algumas indicações para você que não abre mão de revisitar grandes clássicos. Confira!

Livro

O sol é para todos

A história é sobre um advogado que defende um homem negro acusado de estuprar uma mulher branca na década de 1930 nos Estados Unidos. O tema central da obra é o racismo e a injustiça social. A narradora é a filha desse advogado, que percebe o contraste social e o preconceito do sul dos EUA.

A escritora americana Harper Lee ganhou o Prêmio Pullitzer de Ficção em 1961 por causa dessa obra. É considerado um clássico para quem trabalha na área do Direito, já que aborda as injustiças de um julgamento, em que os jurados movidos pelo clamor público e pelo preconceito enraizado da região condenaram o acusado, um negro, pelo crime de estupro.

Filme

Psicose 

Marion Crane é uma secretária que rouba 40 mil dólares da imobiliária onde trabalha para se casar e começar uma nova vida. Durante a fuga, ela enfrenta uma forte tempestade, erra o caminho e chega em um velho hotel. O estabelecimento é administrado por um sujeito atencioso chamado Norman Bates, que nutre um forte respeito e temor por sua mãe. Marion decide passar a noite no local, sem saber o perigo que a cerca.

Psicose é um clássico fundamental para qualquer um que ama o cinema e serviu de inspiração para muitos outros cineastas. Um roteiro inteligente aliado a intérpretes dirigidos de forma espetacular e, é claro, com uma montagem primorosa, especialmente a sempre citada cena do chuveiro.

Álbum

Abbey Road, The Beatles

A capa de Abbey Road, que mostra os músicos atravessando a rua onde fica o estúdio em Londres, se tornou um ícone da cultura pop como um todo. O trabalho de George Martin na produção ganhou frescor com a participação de Alan Parsons, lendário músico que também trabalhou em “The Dark Side of the Moon”, do Pink Floyd. É impressionante que, cinco décadas depois, o registro ainda soe tão cristalino e repleto de camadas sonoras.

“Something” e “Here Comes the Sun” são duas das melhores faixas do álbum. “Come Together”, “Octopus’ Garden”, “Oh! Darling” e “I Want You (She’s So Heavy)” também se destacam na tracklist, bem como o medley da segunda etapa que antecipou um pouco da estética que o rock progressivo usaria em um futuro próximo.

Musical

Fantasma da Ópera

O Fantasma da Ópera é um romance de ficção gótica francês, escrito por Gaston Leroux e publicado inicialmente em capítulos, entre setembro de 1909 e janeiro de 1910.

Narrando a história de um gênio musical com o rosto deformado que vive nas catacumbas de uma ópera de Paris, a obra foi marcante, trazendo o misterioso protagonista para o imaginário do mundo. No entanto, a figura do Fantasma da Ópera tem sido vastamente popularizada pelas suas adaptações cinematográficas e teatrais, sobretudo a de teatro musical.

Este conteúdo é apresentado pelo Telecine, única plataforma dedicada exclusivamente a filmes. E vale lembrar que agora o Telecine é bem mais do que canais na sua televisão. Ele é também streaming para você assistir ao filme que quiser, pelo dispositivo que quiser e onde quiser.  Ao todo, o catálogo é formado por mais de 2.000 títulos, dos clássicos aos lançamentos saídos do cinema. Conheça os planos disponíveis e assine já!