Com o anúncio de Crystal Guard, a terceira temporada do Ano 6 de Rainbow Six Siege, vieram  atualizações in-game como a chegada da primeira personagem trans ao FPS da Ubisoft.

A operadora Anja “Osa” Janković é formada em eletromecânica, gênio da robótica e apaixonada por filmes de ficção científica dos anos 60.

O site, que fala um pouco mais sobre a história de Osa, conta que durante a faculdade “ela se viu isolada em razão de sua maneira pouco ortodoxa e das atitudes dos outros quanto a sua transição, por isso focou no trabalho”.

Veja mais no trailer de divulgação:

Ao GameSpot, a Ubisoft confirmou Osa ser transgênero, com o escritor Simon Ducharme respondendo que teve toda uma equipe formada por consultores e uma dubladora trans:

“A decisão de criar uma personagem transgênero foi tomada no início, como parte de nossa iniciativa de ter uma lista inclusiva de operadoras. Os consultores, todos eles trans, queriam ter certeza de que Osa fosse apresentada da forma mais autêntica e orgânica possível . Ela foi escrita por uma pessoa queer e é dublada por uma mulher trans – e embora sua identidade seja certamente influenciada por seu gênero, quem ela é no universo de Siege é centrado em seus talentos, sua influência em Nighthaven e sua amizade próxima para Kali”.

Ela não é a primeira operadora LGBTQI+ na franquia. Em fevereiro, a Ubisoft anunciou Flores que é gay assumido e tem um marido. Além de outros personagens serem de origens e etnias diferentes.

Osa usa como poder principal o Escudo Garra-8, uma proteção transparente e blindada que pode ser carregada pela operadora ou fixada em pisos e janelas, oferecendo uma visão protetiva que da vantagem para uma estratégia de ataque.

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O evento Crystal Guard traz melhoramentos ao jogo, incluindo mudanças na blindagem dos Agentes e na pontuação DBNO, além de ajustes para Twitch, IQ, Mute e Fuze. Os jogadores também contam com uma nova maneira de personalizar uniformes Elite.