Seguindo a retrospectiva mês a mês, chegamos a março. Fora o HTC Evo 4G, que aproveitava uma rede espetacular que não existia (e não existe) por aqui, foi um mês relativamente fraco em termos de novos gadgets, mas não de posts bacanas no Giz. De bicicletas ao combate à corrupção, rolou de tudo um pouco. Aos posts mais lidos:

1. Qual navegador usar: Chrome ou Firefox? – Em março, o Chrome ainda sofria alguma desconfiança de heavy-users. Havia gente apegada ao Firefox e suas extensões, com medo de mudar de navegador. O Lifehacker fez este ótimo guia para tentar solucionar a contenda.

2. Humor para combater a corrupção – De longe a melhor sacada do programa de Marcelo Tas no ano foi essa reportagem em Barueri (SP). O pessoal do CQC doou uma TV à secretaria de educação do município e colocou um localizador GPS nela para poder ver para onde iria o presente à cidade. A descoberta não foi o que podemos chamar de surpreendente, mas gostaríamos de ver mais disso (a reportagem, não a corrupção)

3. Loja de games americana oficializa jeitinho brasileiro para passar na alfândega – A eStarland, uma das lojas favoritas da casa, anunciou uma nova opção de frete, atendendo demanda brasileira: valor subfaturado, mandado como presente, em caixa mais discreta. E começou uma discussão interessante nos comentários sobre quão certo era isso, impostos e desobediência civil.

4. Como transformar a bicicleta em transporte público – Em Barcelona para ver a grande feira de celulares, acabamos por experimentar o sistema de aluguel de bicicletas da cidade catalã, o Bicing. Simples, barato e eficiente, é uma ideia que pode ser copiada por várias cidades do Brasil – e facilitamos a coisa dando a receita. Foi um dos textos mais citados e retuitados da nossa curta existência – alguns deputados até o divulgaram em seus sites e Twitter. Ficaríamos muito mais felizes se eles colocassem essas ideias em forma de projetos de lei ou recursos orçamentários, na verdade. Mas obrigado pela atenção! Foi dos meus posts favoritos na casa.

5. Grande farsa em 3D –  Tentando repetir o sucesso de bilheteria de Avatar, vários estudos fizeram adaptações porcas de seus filmes para que eles chegassem às “salas 3D” do cinema. Um funcionário de uma empresa de efeitos especiais, que preferiu se manter anônimo, avaliava como isso podia ser prejudicial para o sucesso do novo padrão. E talvez pelos efeitos meia-boca pós-Avatar, ninguém liga muito para 3D hoje.