Pesquisadores estão trabalhando para conseguir produzir em massa um monte de robozinhos, do tamanho de pulgas, para que seja feita a nossa vontade. Que venham os robozinhos-ajudantes!

Os robôs i-SWARM poderiam ser usado para tudo: limpeza, vigilância, medicina, fabricação de produtos… O truque para construir estes robozinhos tão úteis é colocar todo o robô num só circuito eletrônico.

A técnica envolve integrar todo um robô — com comunicação, locomoção, armazenamento de energia e eletrônica — em módulos diferentes de um mesmo circuito eletrônico. Antigamente, o conceito do robô de um só chip apresentava diversas limitações quanto ao design e fabricação. No entanto, em vez de usar solda para inserir componentes elétricos em um circuito eletrônico, os pesquisadores usam cola condutora para ligar os componentes em um circuito flexível dupla-face. O circuito é então dobrado para se criar um robô tridimensional.

Os robôs que daí resultam são bem pequenos: a largura, comprimento e altura deles não ultrapassam 4mm. Os robôs têm uma célula solar em cima, e eles se movem usando três pernas que vibram. Uma quarta perna é usada como um sensor de toque. Como explicam os pesquisadores, um só microrobô é um indivíduo fisicamente simples. Mas vários robôs se comunicando uns com os outros, usando sensores infravermelho, e interagindo com o ambiente conseguem formar uma inteligência de um enxame de abelhas, ou um formigueiro, para gerar comportamentos mais complexos. A base deste projeto, chamado i-SWARM (em inglês, robôs autônomos inteligentes e pequenos para micro-manipulação), está no comportamento de insetos biológicos.

Parece fantástico mas um pouco assustador. Não que eu tenha medo de um exército de robôs do tamanho de pulgas me espionando, mas — peraí, eu tenho medo disso sim! [Physorg]