Não, esta peça de vestuário não foi feita de pele humana, mas sim de algo potencialmente ainda mais nojento: bactérias. 

Usando uma mistura de fermento, batérias e chá verde adocicado, a designer Suzanne Lee produz folhas extremamente finas de celulose bacterial. Quando molhadas, elas se tornam flexíveis e podem ser moldadas na forma de roupas. As "costuras" são feitas simplesmente pressionando duas folhas uma contra a outra. 

Quando estão secas, elas são o que o site ecoutree descreve como "uma superfície como um papiro", algo que não nos soa tão confortável para vestir, mas, ei, sustentabilidade, né? 

Meu problema com a moda bacterial não é só o fato de que, bem, não é nem um pouco bonito ou interessante. O meu problema é que, no site da designer, o método é descrito com a frase "Imagine se pudéssemos cultivar roupas…"

Talvez isso seja uma surpresa para alguns, mas a humanidade na verdade já é muito boa nessa coisa de cultivar roupas. O nome disso é algodão. Através de métodos menos diretos, chamamos de seda e lã. Então, bem… não. [Bio-couture via ecoutree via inhabitat]