O Dr. Quake, da Universidade de Stanford, só precisou de 50 mil dólares e de um mês para completar um processo de sequenciamento de genoma que antes custava 300 milhões de dólares, exigia cerca de 250 pessoas e durava muitos anos. Imagina se esse cara fosse cortar custos do Windows 7!

O Dr. Stephen Quake e sua equipe usaram um sequenciador único de molécula que, em vez de gerar milhares de cópias do DNA de uma pessoa — como fazem os centros de genoma —, divide o DNA em pedacinhos e vai lendo as sequências. Depois, computadores juntam os pedaços em um genoma, enquanto comparam com outros genomas já compilados.

A diferença entre o modo tradicional e o do Dr. Quake é basicamente a diferença entre um processador de um só núcleo, e outro com vários núcleos e processamento em paralelo.

E não se perde qualidade com o novo método: de acordo com os pesquisadores, o processo gera genomas 95% completos — assim como o método tradicional.

O que a pesquisa do Dr. Quake significa? Que muito mais gente pode fazer sequenciamento de genoma: um laboratório pode verificar se você tem predisposição a certas doenças, por exemplo. A redução de custo foi algo que nem a Lei de Moore previria. [Business Wire]