E ela é beeem bonita. E de fato a tela de 40” tem menos de 1 cm (9,9 milímetros, para ser mais preciso). A imagem é bem decente também: Full HD, com motionflow de 120 hz (para evitar a perda de resolução em cenas mais movimentadas, comum em LCDs) e aquelas cores vivas da Sony.  O padrão de outras TVs LCD top de linha. A diferença: a KLV-40ZX1M custa R$ 23.399 e, a partir de hoje, pode ser comprada no Brasil (no site deles, por exemplo).

A mágica para essa ter um painel bem mais fino que as LCDs (convencionais (entre 8 e 15 cm) é que não há um painel projetor com luzinhas atrás da tela, e sim muitas pequeníssimas lâmpadas LED nas bordas da TV. E não, não se perde força no meio.

Mas por esse preço, quem é o público? "O foco é o comprador que se interessa pelo design mesmo", reconheceu o diretor da Sony que apresentava o produto. Ou seja: compra quem quer ter um quadro. E tem dinheiro para pagar por um quadro de um artista famoso.

Aliás, para quem se pergunta, vi uma informação interessante lá na coletiva. Você deve saber que as TVs de LCD ainda não são líderes absolutas de mercado no Brasil. TVs velhas ainda vendem bem. Mas quanto exatamente, Pedro? Em unidades, a distribuição é a seguinte (números do fim de 2008):

LCD: 37%
Tubo slim: 20.1%
Tubo flat: 19.1%
Tubo convencional: 16.7%
Plasma: 5.4%

(Por algum motivo a soma não dá 100%. Mas é isso.)

Mais imagens da magrela: