O streaming de música abocanhou a maior parte do mercado nesta década, pelo menos com base nos dados dos Estados Unidos – e mais e mais usuários estão dispostos a pagar pelo serviço, conforme mostra estatísticas da Associação Americana da Indústria de Gravação.

A organização tuitou nesta semana vários infográficos com tendências musicais nos EUA ao longo dos últimos dez anos. De acordo com os números, o streaming representa mais de 80% do mercado dos EUA.

Em 2010, esse número era de apenas 7%, enquanto downloads digitais representavam 38% do mercado e a mídia física ficava com 52% da fatia.

Em contrapartida, a mídia física e os downloads digitais atualmente representam, cada um, 9% do mercado americano, de acordo com as estatísticas da RIAA.


Tradução: Passada uma década, o streaming superou tanto os downloads digitais quanto os produtos físicos 🎼 , representando agora 80% do mercado.

Além disso, os serviços pagos dispararam significativamente ao longo dos últimos dez anos. Em 2010, as assinaturas pagas por música nos Estados Unidos totalizaram apenas 1,5 milhão.

Em 2019, de acordo com a RIAA, as assinaturas pagas ultrapassaram os 61 milhões. Há pouca surpresa, é claro. Com cada vez mais serviços de streaming de música competindo por seus ouvidos – e com cada vez mais dispositivos para transmiti-los – criar sua própria experiência está mais fácil do que nunca.


Tradução: Assinaturas pagas de streaming de música 🎧 continua crescendo, e superou 61 milhões em 2019.

Além disso, é provável que o número de opções de streaming de música se diversifique à medida que mais empresas adotem uma estratégia de oferta de pacotes de serviços.

Uma assinatura do Amazon Prime, por exemplo, inclui streaming gratuito no Prime Video e acesso sem anúncios ao Prime Music, bem como uma opção com desconto para o Amazon Music Unlimited. O Spotify oferece um plano para estudantes que nos EUA inclui ainda o Hulu e o Showtime. E há rumores de que a Apple está preparando um pacote de serviços que inclui Apple TV+, News+ e Apple Music, que poderá ser lançado no início de 2020.

Algumas empresas que lançaram serviços de streaming de conteúdo no ano passado ou que irão lançar alguma solução em 2020 terão que descobrir como segurar os assinantes quando eles inevitavelmente aumentarem seus preços – e, em alguns casos, esses pacotes podem fazer parte da estratégia.

Mas, pelo menos no que diz respeito à música, parece que os usuários estão cada vez mais dispostos pagar para ter uma experiência completa.