O supercomputador Nvidia DGX-1 tem a potência de 250 servidores e foi pensado para cientistas que trabalham com inteligência artificial. Desenvolvido para o deep learning, ele pode dar a pesquisadores acesso a uma nova classe de máquinas que aprendem e entendem o mundo como os seres humanos.

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Falando em números bem altos, o DGX-1 consegue entregar desempenho de cerca de 170 teraflops, podendo ser ligado em rede para entregar até 2 petaflops. É o nível de poder computacional necessário para o desenvolvimento de veículos autônomos, para robótica e supercomputação.

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A Nvidia diz que a máquina pode ser treinada para reconhecer imagens, e consegue fazer isso com mais rapidez do que outros servidores. Isso é especialmente útil para quem desenvolve veículos autônomos, por exemplo – o reconhecimento de imagens pelo carro é mais rápido, e ele consegue entender melhor o mundo ao seu redor.

Por dentro, o DGX-1 roda dois chips Intel Xeon, cujas especificações não foram detalhadas pela Nvidia. Para a parte gráfica, ele conta com oito GPUs Tesla P100 baseadas na nova arquitetura Pascal da empresa.

O DGX-1 vai ser lançado nos EUA em junho e em outras partes do mundo no terceiro trimestre de 2016. A Nvidia não divulgou ainda qual será o preço do sistema.

[PC World e TechCrunch]

Atualizado em 07/04