A única coisa realmente legal sobre a DSLR E-620 da Olympus é de fato o display live view vaivém, que entorta e se contorce como um mestre de ioga flexível – pelo menos comparado com todas as outras telas de câmeras DSLR, é claro.

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Este é supostamente o único display swivel live view em uma câmera DSLR, por ora. As telas dos modelos DSLR a300 e a350 da Sony até foram inclinadas, mas não saem tudo pra fora e voltam como na E-620, o que é muito conveniente, já que você pode ver de qualquer ângulo que você quiser (e vai ficar ainda mais acessível com as DSLRs que filmam vídeo HD, como a maioria delas fará à medida que recebe atualizações em um ou dois anos).

A coisa não tão boa é a interface. É feia, antiquada e realmente desorganizada, com fontes do tipo de um computador “avançado” de um filme do Matthew Broderick dos anos 80. É necessário ter uma resolução mais alta, com ajustes delineados mais claramente.

O modo arte que muda o estilo da sua foto de várias maneiras, de por art a granulado, é um truquezinho até que legal para uma DSLR, mas você tem que se aprofundar no menu para selecionar seu estilo todas as vezes que você quiser mudá-lo. Ainda assim, a maior parte dos atrativos está nas especificações, que são bem sólidas para uma câmera com preço de câmera básica, e não saberemos como isso vai se sair até fazermos uma review desta belezinha.