Twelve Minutes: a arrepiante prisão do tempo

O thriller interativo conquista pelo mistério, consumindo horas do seu precioso tempo, mas vale a pena.

Aúltima vez que senti o impacto de um loop dentro de um jogo foi em 2014 com o P.T. (sigla para o Playable Teaser), uma demo sinistra do projeto cancelado Silent Hills, de Hideo Kojima. A claustrofóbica casa com um corredor em “L” te obriga a explorar todos os cantos até você encontrar a verdadeira solução daquele quebra-cabeça propositalmente complexo. Assim como muitos que jogaram, nunca terminei P.T. por não confiar no poder do processo de tentativa e erro que ele sugeria. Quem sabia o que fazer conseguia terminar o jogo em menos de 20 minutos, fazendo cerca de 10 loops perfeitos.

Durante a E3 de 2019, me deparei com o anúncio de Twelve Minutes, jogo artístico com “carinha” de indie, que deveria ser lançado em breve, conforme prometido. Uma pandemia inteira (inacabada) depois, tive enfim o jogo em mãos. Disponível para PC e

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