Os usuários de celulares Android dirigem melhor do que aqueles que usam um iPhone. É o que aponta um estudo realizado pela Jerry, um serviço americano de comparação de seguros de automóveis.

Ao analisar os hábitos na direção de 20 mil motoristas dos Estados Unidos, a pesquisa mostrou que, quando comparado com os usuários do Android, os fãs do iPhone apresentaram pontuações inferiores em seis categorias analisadas, incluindo direção geral segura, direção distraída, velocidade, curvas, aceleração e frenagem.

A maior margem foi na categoria distração — 74 pontos contra 68 –, em que os usuários do Android superaram os usuários do iPhone no hábito de manter as mãos longe dos telefones enquanto dirigem.

Quando se trata de direção segura, os usuários do Android superam seus colegas com iPhone.
Quando se trata de direção segura, os usuários do Android superam seus colegas com iPhone. Imaggem: Jerry/Divulgação

iPhone versus Android

O estudo ressaltou que os usuários do Android tiveram as melhores pontuações independentemente de idade, sexo, estado civil, educação e classificação de crédito.

Porém, ao deixar os sistemas operacionais de lado, os usuários com doutorado obtiveram as pontuações mais altas, seguidos por aqueles com mestrado e bacharelado, respectivamente. Mesmo assim, os usuários do Android sem diploma do ensino médio tiveram pontuações mais altas do que os devotos do iPhone com doutorado, mestrado e bacharelado.

Na análise do resultado, a empresa explicou que os usuários do iPhone são geralmente mais jovens, ganham mais dinheiro e tem um certo preconceito com usuários do Android. Já os fãs do sistema móvel do Google são mais abertos, honestos e humildes, sendo menos interessados em luxos ou status social.

A Jerry ressalta que os usuários do iPhone apresentam níveis mais altos de emotividade, o que significa que são menos consistentes e previsíveis em seu comportamento. “Talvez isso se traduza em aceleração mais acentuada, frenagem, curvas e velocidades mais altas – todos os comportamentos que reduziriam a pontuação de uma pessoa”, concluiu o estudo.