A investigação sobre assédio sexual e estupro que a justiça sueca move contra o fundador do Wikileaks Julian Assange se baseia em partes numa camisinha furada. Assange a estourou por querer? As fotos do importante preservativo vazaram, junto com todo o relatório policial.

Eis a foto da camisinha estourada, ou o que causou o início dos problemas com a justiça de Assange, agora candidato a Nobel da Paz. Ele está preso por conta deste processo e luta para não ser extraditado para a Suécia.

Uma das duas mulheres que acusam Assange, a ativista Anna Ardin, argumenta que ele inicialmente não quis colocar a camisinha e que depois teria a rasgado deliberadamente durante o ato sexual. (Ela também diz que ele a segurou para baixo com força e rasgou suas roupas). Após o encontro, Ardin guardou o preservativo e o levou à polícia, que começou a fazer análises forenses no objeto.

De acordo com os analistas, “pequenos arranhões foram observados em algumas áreas próximas ao local do rasgo”. No entanto, o dano não mostrou “nenhum vestígio de algo que poderia ser atribuído a algum utensílio”. Os investigadores também não encontraram nenhum resquício da frase “vazador oficial de informações americanas”.

As fotos fazem parte de um relatório policial sueco de 100 páginas sobre o caso Assange, que inclui entrevistas sem nenhum tipo de corte e anotações dos investigadores. O documento foi publicado anonimamente num site de compartilhamento de arquivos. Entre as revelações há a informação de que Assange não deu descarga após usar o banheiro. Mas os documentos sumiram da internet após a publicação de uma matéria da Wired falando sobre o assunto. Por sorte, nós salvamos uma cópia! Talvez nós a coloquemos no Wikileaks.