Com base na nossa experiência com lâmpadas incandescentes, quando ouvimos dizer que uma LED durará 25 a 50 mil horas, a maioria de nós assume que este é o tempo até ela queimar de vez. No entanto, não é bem este o caso.

Na verdade, tais declarações são realmente arbitrárias – ninguém de fato sabe como definir a vida útil de uma lâmpada LED até agora. Isso porque LEDs não queimam como uma lâmpada incandescente; em vez disto, o brilho dela lentamente vai se dissipando. Assim, se a vida útil da sua ELD é relacionada como 25 mil horas, este é o ponto quando sua lâmpada provavelmente estará brilhando a mais ou menos 70% da capacidade (a indústria assume que as pessoas de fato percebem uma redução no brilho neste ponto). Alguns engenheiros sugeriram até mesmo que as lâmpadas sejam feitas de modo a aumentar a potência do LED para combater este problema – no entanto, isto tenderia a derrotar o propósito de uma lâmpada que economiza energia. Isto também reduziria a vida útil dela.

Assim, a moral da história é que os fabricantes precisam bolar um sistema diferente para comunicar com precisão a vida útil dos seus produtos em relação às lâmpadas incandescentes e fluorescentes. Pessoalmente, eu não vejo isto como um grande problema. Eu prefiro substituir uma lâmpada mais cara após 50 mil horas porque ela ficou muito fraca a substituir uma incandescente tradicional após 1000 horas com uma mão enfaixada por ela ter explodido enquanto eu estava picando algo na cozinha. [NYT]