À medida que o design se torna ainda mais essencial nos gadgets, é cada vez mais importante conhecer sua história. Agora, graças à Open University, uma empresa de educação on-line, é possível fazer isso de forma simples e rápida.

Esta série de vídeos curtos aborda os conceitos básicos de seis principais escolas de design.

Eles são uma forma divertida e animada de aprender um pouco sobre os movimentos que nos levaram do renascimento gótico do século XIX para o pós-modernismo dos anos 1980, e tudo o que veio entre eles.

Os vídeos estão em inglês, mas mesmo que você não entenda o idioma, vale assistir pelas imagens, que permitem reconhecer cada escola de design. Confira-os abaixo. [Open University via OpenCulture via LaughingSquid]


Neogótico: um estilo de arquitetura do séc. XIX cujo objetivo era trazer de volta as formas góticas medievais. O Palácio de Westminster, que abriga o parlamento inglês, é uma das obras mais conhecidas do período. Os jornais da época até usavam fontes góticas.

Arts and Crafts: movimento surgido na segunda metade do século XIX, defendia o fim da distinção entre artesão e artista – é a ideia que, mais tarde, faz surgir o designer.

Bauhaus: movimento surgido no início do séc. XX que procurava unir todas as artes, incluindo a arquitetura. Sua busca por inovação e por um visual limpo influenciou bastante o design moderno, o design industrial e a tipografia.

Modernismo: reúne várias escolas – como impressionismo, surrealismo e cubismo – que procuram olhar para o mundo com outros olhos. No design e arquitetura, surge a noção de que a função deve estar acima da forma, e que “menos é mais”.

Design industrial americano: é o uso de arte e ciência para melhorar a estética, ergonomia e uso de um produto. Após a Grande Depressão, designers começaram a apostar em formas mais eficientes e futuristas; e começou uma era de produtos que não são apenas funcionais – eles são bonitos também.

Pós-modernismo: os modernistas passaram boa parte do séc. XX tentando criar um mundo melhor, inspirado pela ciência e verdades universais. Quando isso não deu certo, abandonou-se a ideia de “menos é mais”: exageros e detalhes desnecessários – mas que expressam individualidade – entraram em voga.

Foto por Rashunda Tramble/Flickr