Abrir e fechar a porta, ligar e desligar a TV, acender e apagar a luz. Essas tarefas tão corriqueiras não ficaram menos tediosas mesmo com todos os avanços tecnológicos. Você ainda precisa levantar para abrir e fechar a porta e caminhar até o interruptor para acender e apagar as luzes. Não seria fantástico ter de fazer tudo isso da mesma forma que fazemos outras atividades pela internet, como ir ao banco ou falar com pessoas do outro lado do mundo?

É isso o que a “internet das coisas” quer mudar. Basicamente, ela pretende revolucionar – tecnologicamente, é claro – todas as pequenas coisas do nosso cotidiano, conectando-as à internet. Ou seja, o seu interruptor de luz será always on (sempre conectado), assim como a sua TV, a fechadura da sua porta e todos os eletrodomésticos espalhados pela sua casa.

A proposta de estar conectado a tudo e ao tempo todo será bem mais tênue. Seria como viver em Os Jetsons – exceto pelo fato de que ainda estamos na Terra e não temos a robô Rose para ajudar nas tarefas da casa. Mas a grande diferença é que algumas coisas precisam evoluir para que a internet das coisas funcione de verdade. Começando pela nossa conexão.

Afinal, de que adiantaria ter uma lavadora que funciona remotamente se a sua conexão é lenta e está sempre caindo?

Mas por que a fibra óptica?

Diferentemente das outras opções de conexão disponíveis no mercado, a fibra óptica faz um caminho direto entre a rede central e o assinante. Sem novas divisões, a conexão não perde a velocidade no meio do caminho. Uma metáfora (bem ruim, por sinal) que funciona para explicar esse conceito é imaginar um ser humano correndo. Como ele é mais rápido: com ou sem obstáculos? Sem, obviamente, assim como a sua internet.

Com a qualidade do sinal mantida, a confiabilidade da conexão aumenta e a capacidade de transmissão de dados também. Isso porque, em função da forma como as informações são transmitidas através do cabo de fibra óptica, a velocidade do tráfego é extremamente rápida e confiável.

É mais ou menos o tempo que o seu cérebro leva para fazer uma sinapse: enquanto você pensa em apagar ou acender uma luz e o seu cérebro assimila essa mensagem, para então assimilar que você precisa se levantar, ir até o interruptor e gerar o movimento de acionar o mecanismo, a fibra óptica reage e puff: fez-se luz. Ou escuridão.

Se quiser se preparar para todo esse avanço, é só conhecer a conexão por fibra óptica de Vivo Internet Fibra e viver intensamente a internet das coisas. Não é o futuro previsto pel’Os Jetsons, mas é melhor que ficção: é realidade. É Vivo Fibra.