Para lançar a pulseira fitness Mi Band no Brasil, a Xiaomi fez uma campanha no Twitter: ela só iria “liberar” as vendas depois de atingir um volume de tweets com a hashtag #CadaTweetConta. Isso enfim aconteceu, e você pode comprá-la por R$ 95.

A Mi Band acompanha o número de passos, distância percorrida e calorias queimadas. As três luzes da pulseira se acendem à medida que você cumpre seu objetivo diário.

Ela também detecta automaticamente quando você vai dormir, e mede a qualidade e o tempo de sono. Há ainda um alarme que vibra gentilmente 30 minutos antes do toque do despertador, para fazer você acordar aos poucos de um sono profundo.

Todos os dados são sincronizados com seu smartphone (Android 4.4+ ou iOS 7+) através de Bluetooth, e ficam guardados no app Mi Fit.

Há alguns truques adicionais na Mi Band. Se ela estiver próxima ao smartphone (com Android 5.0 ou superior), não é preciso inserir senha – basta deslizar o dedo na tela para desbloqueá-la. E ela pode vibrar caso você não atenda uma ligação após alguns segundos.

Xiaomi Mi Band (2)

A pulseira tem proteção IP67 contra água e poeira, e sua bateria dura 30 dias com uma só carga – por isso, você não precisa retirá-la para dormir, nem para tomar banho.

Outro destaque da Mi Band é o preço: ela custa apenas R$ 95, bem menos que a concorrência. A Sony Smartband e a Garmin Vivofit, por exemplo, custam mais de R$ 300. A Jawbone é ainda mais cara, e a Fitbit não está disponível oficialmente no Brasil.

Você pode adquirir a Mi Band normalmente, sem precisar entrar num evento de vendas.

Ela chega ao Brasil no mesmo dia em que sua sucessora é lançada na China. A Mi Band Pulse possui um monitor de frequência cardíaca, tem autonomia de 20 dias e custa US$ 16.

[Olhar Digital]