Atualmente, os aviões podem ter bancos que suportam "apenas" 9x a força da gravidade, e airbags são coisas só para carros. Mas a partir de 27 de outubro, aviões novos com estes velhos designs terão de incorporar os novos bancos e airbags em locais como primeira classe, onde os assentos são mais distantes ums dos outros e em corredores de saída onde os passageiros possam simplesmente bater contra uma parede.

Será que estes novos padrões realmente adiantam alguma coisa, ou só acalmam um pouco os passageiros mais nervosos? Nós vamos deixar esta passagem particularmente graciosa do NYT responder à pergunta:

Em alguns acidentes aéreos, a força dos assentos é irrelevante, pois o impacto não é o que os engenheiros classificam como "possível sobreviver". Em outros acidentes, ainda violentos, mas não tanto quanto uma explosão ou ruptura aérea, a sobrevivência do passageiro depende em sofrer pouco ou nenhum ferimento na primeira fase do acidente e depois conseguir sair da aeronave a tempo de evitar um incêndio pós-impacto.

Ah, esses engenheiros engraçadinhos. [NYT]