A lista de bilionários da Forbes foi publicada esta manhã e traz um velho conhecido no topo: Bill Gates, fundador e dono da Microsoft, é a pessoa mais rica do mundo. Sim, de novo. Das últimas 21 listas anuais da revista norte-americana, Gates esteve no topo em 16 delas. Ele foi ultrapassado nos últimos anos pelo mexicano Carlos Slim, empresário do ramo das telecomunicações, mas recuperou o posto ano passado e o manteve este ano. Entre 2014 e 2015, a fortuna de Gates cresceu US$3,2 bilhões, chegando a aproximadamente US$79,2 bilhões.

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Completam o top 5 o já mencionado Carlos Slim, o investidor Warren Buffet, o espanhol Amancio Ortega, fundador da rede de lojas Zara, e o norte-americano Larry Ellison, fundador e dono da Oracle.

Uma figura notável da tecnologia que aparece pela primeira vez no top 20 é Mark Zuckerberg, do Facebook: com uma fortuna estimada em US$33,4 bilhões, ele é o 16° da lista. Outros nomes importantes da área que estão entre os 20 mais ricos do mundo são Jeff Bezos, da Amazon (15° da lista, com US$34,8 bilhões) e Larry Page e Sergey Brin, do Google (19° e 20°, com US$29,7 bilhões e US$29,2 bilhões, respectivamente).

Zuckerberg é também o mais rico dos listados abaixo dos 40 anos de idade — os jovens são 46 entre os 1.826 bilionários. O mais novo deles é também do mundo da tecnologia: Evan Spiegel, um dos fundadores do Snapchat, tem apenas 24 anos e um patrimônio estimado em US$1,5 bilhão, ficando com a posição número 1.250 — o outro criador do app, Bobby Murphy, aparece empatado com Spiegel em posição e fortuna e, aos 25 anos, é o segundo mais jovem da lista.

Dos 18 novatos da lista destacados pela redação da Forbes, vários trilharam um caminho parecido com o de Spiegel e Murphy: Brian Chesky, CEO do Airbnb, Travis Kalanick, do Uber, e Markus “Notch” Persson, criador do jogo Minecraft, são outros exemplos que também entraram na lista graças a seus apps. Difícil dizer se algum deles chegará ao topo em breve, mas o fato é que a tecnologia continua sendo uma boa aposta para quem quer ser um bilionário. [Forbes via G1 e Época Negócios]