Cibersegurança é um dos temas mais debatidos dos últimos anos e prioridade para diversas empresas de vários segmentos, principalmente, organizações que lidam com um grande número de dados de pessoas físicas, como instituições e lojas online.

Recentemente, o caso da Fast Shop virou notícia no Brasil. A empresa sofreu um ataque hacker, e, como precaução, e retirou o aplicativo e o site do ar. De acordo com a Fast Shop, o ocorrido foi apenas uma tentativa de acesso não autorizado e não divulgou mais detalhes sobre o caso.

A empresa também não confirmou se seu perfil no Twitter realmente foi hackeado, onde fez um post que afirmava que a plataforma havia sido invadida e que um hacker tinha posse de uma quantidade massiva de dados da companhia. Os supostos hacker pediam dinheiro em troca dos dados roubados.

Casos de roubos de dados e solicitação de quantias em dinheiro para liberá-los, como um sequestro, estão acontecendo com uma frequência bem preocupante. Outro grande caso, ocorrido em 2021, foi o das lojas Renner, que chegou a ficar alguns dias com site e aplicativo fora do ar.

A empresa retomou seus serviços normalmente e nega ter pagado aos criminosos para restabelecer o controle de suas plataformas.

No meio de tudo isso, os consumidores ficam perdidos, sem saber se seus dados estão seguros ou se estão em posse de pessoas mal intencionadas, que podem as informações obtidas de forma ilegal para aplicar golpes. Diante deste cenário, as empresas estão cada vez mais engajadas em fortalecer suas defesas contra ataques que possam causar algum tipo de vazamento de dados sigilosos ou de clientes

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