Hanke é o cara diretamente encarregado tanto do Google Earth quanto do Google Maps e não lhe faltam palavras para defender o seu produto com toda a ferocidade de um orgulhoso pai de esportista mirim. Do jornal The Sydney Morning Herald:

“O mal está nas filosofias e nos desejos daqueles que querem praticar o mal. Eles usarão as ferramentas disponíveis para realizar tal tarefa, seja arremessar um coquete Molotov ou disparar um fuzil ou usar algum produto tecnológico como parte do processo”.

“Se o Google Earth não existisse, eles usariam mapa turístico que se encontra em qualquer lugar ou a inteligência real viria de fato de um informante terrestre que estivesse trabalhando no hotel e desenhando layouts de tudo em um guardanapo?”

O argumento básico parece ser: você culpa a arma, o detentor da arma ou o fabricante da ar quando algum civil inocente toma um tiro? E, no caso do Google, eles estão ainda um nível acima neste campo cinzento, possivelmente comparável com o publicador de um livro genérico sobre balística – sei lá, esta metáfora está ficando cada vez pior.

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