Chegada do Bard AI condena o Google Assistant ao fim

Com a chegada do Bard, a equipe do Google resolveu mudar a estrutura da equipe do Assistant, focando 100% na nova funcionalidade de IA
Com a chegada do Bard, a equipe do Google mudou a equipe do Assistant
Imagem: Google/Reprodução

Substituição no Google: sai o Assistant, entra o Bard. Em um comunicado oficial feito aos funcionários na última quarta-feira (29), Sissie Hsiao, o vice-presidente da companhia, anunciou mudanças nas prioridades internas. No restante de 2023, vai focar 100% no novíssimo Bard, a tecnologia de bate-papo de inteligência artificial da empresa.

O Assistant é um aplicativo de software de assistente virtual com inteligência artificial lançado em 2016. Faz um processamento de linguagem semelhante à Siri, da Apple. E é usado em dispositivos móveis e domésticos. Contudo, as novas diretrizes dos executivos do Google apontam para uma integração do Assistant à tecnologia Bard em produtos no futuro.

Com o remanejamento de funcionários e cargos dentro da empresa, Sissie Hsiao afirmou que está super focado no novo desafio. “À medida que as equipes da Bard continuam esse trabalho, queremos garantir que continuemos a apoiar e executar as oportunidades futuras. Este ano, mais do que nunca, estamos focados na entrega com impacto para nossos usuários”, comentou.

Lançamento do Bard

O Google lançou o Bard oficialmente em março após um teste frustrado no mês anterior. O chatbot é uma resposta ao ChatGPT, da OpenAI, que foi pro ar em novembro de 2022 e viralizou no mundo da internet.

O segundo lançamento aconteceu no último dia 21 de março, com foco apenas nos EUA e Reino Unido, ainda experimentalmente. Ou seja, com limitações de capacidade e respostas não muito aprofundadas para os usuários.

Com a aposta em alta, a empresa deslocou membros da equipe de várias áreas da empresa para se concentrar no Bard como parte de um esforço de “código vermelho”. Em síntese, vai tentar buscar a funcionalidade rapidamente e, depois, entregar uma boa performance. Tudo para recuperar o terreno perdido para o chatbot rival da OpenAI.

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