Tecnologia

Como funciona a nova central de segurança do WhatsApp

Central inclui guias com dicas para prevenir problemas de segurança e interações com contatos indesejados
WhatsApp/Divulgação

O WhatsApp estreou uma nova central de segurança na última quarta-feira (31). A página serve como recurso de acesso rápido, buscando trazer mais praticidade e transparência. O objetivo é informar sobre as ferramentas de segurança da plataforma e explicar aos usuários como identificar golpes e mensagens de spam no aplicativo.

Trata-se de uma página informativa sobre segurança e sugestões para aumentar a privacidade na sua conta e conversas. A central inclui guias com uma série de dicas para prevenir problemas de segurança e interações com contatos indesejados ou mal-intencionados.

Conforme o comunicado do WhatsApp à imprensa, a nova página tem como prioridade mostrar aos usuários os principais recursos de proteção de contas. Além disso, esclarece como funcionam as tecnologias de segurança usadas no app, como a criptografia de ponta a ponta.

“Criamos esta página para reunir os recursos que os usuários podem acessar, além de informações sobre a tecnologia que usamos para entregar um serviço simples, confiável, privado e seguro”, informou a plataforma de mensagens em nota à imprensa.

A central de segurança informará também sobre as versões oficiais do aplicativo, destacando os riscos associados aos APKs não oficiais do WhatsApp, como o WhatsApp GB, por exemplo.

Reforço na privacidade

Dias antes do lançamento da nova central de segurança, o WhatsApp anunciou atualização que inclui a opção de colocar senhas em conversas. O recurso “chat lock” permite proteger as conversas mais íntimas com uma camada a mais de segurança.

Além disso, a plataforma afirmou que pretende lançar recursos extras de segurança em breve. O WhatsApp quer lançar um sistema de proteção para aparelhos adicionais, além de permitir criação de uma senha personalizada para os chats — para que os usuários usem uma senha diferente daquela usada no desbloqueio do celular.

Recentemente, a Meta, dona do aplicativo, recebeu multa de R$ 6,5 bilhões por compartilhar dados de usuários europeus.

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