Há decadas a humanidade vem torcendo balões na forma de pequenos animais, mas o trabalho de Willy Chyr marca uma evoluçao na arte. Em vez de cachorrinhos e coelhinhos, ele faz gigantescas esculturas científicas de águas-vivas, neurônios e zoóides. Hein?

Chyr, que tem formação em economia e física, aprendeu a arte de torcer balões no circo Le Vorris & Vox. O seu projeto mais recente é o Balluminescence, uma coleção de enormes esculturas de balões moldados na forma de criaturas que geram a sua própria luz através da bioluminescência.

O grande destaque foi para uma espécie de água-viva gigante, construída com mais de mil balões. Um amigo gravou este vídeo em timelapse do processo de innstalação e montagem da criatura no Millenium Park, em Chicago, há alguns meses:

O evento no Millenium Park, chamado Balluminescence – Lights, Ballons, Jellyfish!, foi comissionado pela Science Chicago e ensinou um pouco de biologia às crianças, assim como também a como fazer alguns animais de balão sozinhas. [Willy Chyr via It’s Nice That]