Um dos ramos da física teórica acredita que o Universo é apenas uma versão holográfica de informações bidimensionais. E os cientistas verificaram que isto é verdade ao ver o horizonte 2D em torno de um buraco negro codificar os dados de seu estágio estelar tridimensional anterior. De fato, você também já teve contato com esta idéia, já que ela não difere muito de um filme 3D sendo exibido a partir de um DVD, ou mesmo música tocando a partir de dados em um CD.

Do site New Scientist:

Se o espaço-tempo é um holograma granuloso, então você pode visualizar o universo como uma esfera cuja superfície externa está empapelada por quadrados medidos em comprimentos de Planck (ou seja, super pequenos), cada um contendo um bit de informação. O princípio holográfico diz que a quantidade de informação revestindo o exterior deve casar com o número de bits contidos dentro do volume do universo.

Como o volume do universo esférico é muito maior que a sua superfície externa, como pode isto ser verdade? Hogan percebeu que, para ter-se o mesmo número de bits dentro do universo que na sua fronteira, o mundo dentro deve ser feito de grãos maiores que o comprimento de Planck. “Ou, para dizer em outras palavras, o universo holográfico é meio borrado”, diz Hogan.

Nós não reproduziremos toda a brilhante notícia do New Scientist, mas não é nem preciso dizer que este tal de Hogan da citação acima não só acha que um novo experimento pode ter encontrado ruído no nosso sinal holográfico, como ele também previu os resultados deste experimento antes deles acontecerem. Clique no link para derreter o seu cérebro de ervilha pelo resto do dia. Daí então você se pergunta se nós somos todos bits de informação no disco rígido de Deus. [New Scientist e imagem]