O aparelho, por dentro, não foge do padrão da nova leva de Androids baratinhos: processador Qualcomm  MSM7227, de 600MHz (o mesmo do Xperia X10 mini), memória RAM e ROM de 256MB, Wi-Fi, GPS e 3G, com microSD de 2GB incluso. A tela tem 3 polegadas com resolução de 320 por 480 pixels e 262 mil cores. A solução foi fazer algo diferente por fora – o design do GT540 tem seus detalhes, com acabamento escovado e boras arredondadas, totalizando 10,9 x 5,4 x 1,2 centímetros.

De diferencial, o GT540 também tem o preço: dos novos concorrentes, ele é um dos mais baratos: custa R$799, contra R$899 e R$999, em média, dos aparelhos da Sony Ericsson e da Motorola, como o FlipOut e o X10 mini. Mas o preço é bem próximo do Galaxy 5, da Samsung. A grande questão é: por que o Android deste aparelho chega na versão 1.6? O que suscita outra discussão, ainda mais ampla: vale a pena investir cerca de 1000 reais em um aparelho que talvez não tenha atualização e que, além de ficar defasado em breve, deixa instantaneamente manco um dos sistemas operacionais mais completos da atualidade? Seja pelo processador, pela memória, ou pela tela, os aparelhos de baixo custo têm dificuldade de usar o potencial máximo do Android. E você? O que acha? Vale mais a pena economizar e comprar um aparelho mais caro, porém mais potente, ou investir num aparelho de baixo custo é a solução?