Com o teclado Sabre, a OCZ cumpriu a sua promessa da CES: pegar o conceito de OLED em cada tecla da Art Lebedev e adaptá-lo para o mercado de massa. Junto com o menor preço, porém, vem um teclado bem menos impressionante.

A primeira coisa que você vai notar é que só um pequeno grupo de teclas do Sabre — o teclado numérico, especificamente — recebeu o tratamento OLED. A segunda é que as teclas não exibem cores. A OCZ tentou compensar as poucas e monocromáticas teclas com um inteligente sistema de atalhos em camadas e iluminação lateral em LEDs azuis, mas não tem como negar: o Sabre não é o Optimus Maximus. No entanto, isso talvez seja até bom, dado o gigantesco tamanho e estranha dificuldade de se digitar no Optimus.

Tem uma outro aspecto no qual, felizmente, o Sabre não se compara ao Optimus: o preço. Nada em específico foi anunciado, mas a OCZ diz que o Sabre (que está pronto para ser enviado às lojas), terá um preço "competitivo". É claro que, comparado aos US$ 1.600 do Optimus Maximus, isso pode significar qualquer coisa. US$ 200, por favor? [OCZ]