John Metcalfe, do The Atlantic Cities, respondeu a questão que todos os moradores de cidades se perguntaram pelo menos uma vez: como não há um punhado de pombos mortos nas nossas ruas? Para onde elas vão? Como elas simplesmente desaparecem? A resposta, embora não tão surpreendente, tem suas raízes na natureza.

Pombos são apetitosos! E burros! E de baixo nível na hierarquia da natureza selvagem (que, nesse contexto, significa as cidades). De acordo com Metcalfe, os ratos voadores são caçados por falcões, gaviões, corujas, gatos, humanos e até ratos e gambás. Elas são comidas por outros animais (tartarugas também, por incrível que pareça) e desaparecem no estômago deles. Até mesmo moscas e formigas entram na dança, digo, na comilança; eles podem comer uma pomba inteira em poucos dias.

Se elas forem sortudas o bastante para não serem comidas e tiverem uma longa vida (a expectativa de vida chega a 15 anos em condições favoráveis; na natureza, é de 5 anos), os pombos “recorrem aos sótãos e tubos de ventilação ou se acomodam atrás de vigas de metal e placas. Construções abandonadas e garagens também são locais populares.” Eles podem incomodá-lo todo dia nas ruas das cidades, mas quando morrem, fazem a passagem em paz.

A única coisa que a matéria não explica é a mira fora do comum de que elas dispõem para as bombas fecais. Isso, nem Freud explica. Leia a história toda do desaparecimento de pombos mortos (em inglês) aqui. [The Atlantic Cities]