O Hero parece mais substancial que os outros telefones da HTC, mas o hardware será familiar a qualquer um que já tenha usado um Android da marca. A diferença: bem mais bonito.

Tudo bem que o formato lembra uma canoa, e o queixo — uma espécie de marca registrada da HTC — evoluiu para algo que mais se aproxima de uma mandíbula inteira, mas a versão com a qual eu pude brincar um pouco (a branca) tinha um bom corte de alumínio, linhas simples e um formato que era geralmente mais confortável nas mãos do que o do Dream e o do Magic.

 

A performance do software foi tranquila e rápida, apesar da interface ser um pouquinho demorada para se entender, a princípio.

O input na tela de multitoque é preciso e rápido, mas o software às vezes não parece conseguir acompanhar tão bem quanto o iPhone ou o Pre — especialmente na hora de dar zoom com multitouch. O básico do Android está todo aqui, e as múltiplas telas iniciais são como sempre foram, exceto que agora estão povoadas com os widgets da HTC.

Sobre estes widgets: a maioria deles é bacana, bastante inspirada nos esforços prévios da HTC (os de Previsão do Tempo e Ações, por exemplo, são praticamente idênticos às versões para o TF3D). Nós não tivemos a chance de realmente testar a integração com redes sociais, já que os telefones em amostra não estavam carregados com muitas informações pessoais, mas de modo geral ele se parece um pouco com o webOS Synergy. É um pouco mais fragmentado, de um modo que eu acredito que as pessoas gostarão: em vez de jogar tudo em um único fluxo de atualizações de status, SMS, histórico de chamadas ou novas fotos dos seus contatos, ele divide estas atividades em painéis.