Na semana passada, Adam e eu ficamos presos um dia a mais em Las Vegas, vendo futebol na nossa cobertura da torre Wynn, quando o robô da Fox Sports começou a fazer flexão de braço. E foi então que tivemos uma epifania.

A epifania foi que robôs que se exercitam não fazem o menor sentido. Exercícios para robôs são destrutivos; eles quebram as coisas em vez de aumentar/erguer/crescer algo.

O Kintore-Z daqui parece estar fazendo uma alusão a este paradoxo fundamental à sua própria maneira meio zoada. Quanto mais flexões ele faz, mais os seus circuitos e servomotores torturados gemem e mais ele se decompõe. A criança ali do lado deve estar agora confuso e encolhido em algum lugar, gentilmente balançando de forma meio autista.

Muito cedo do dia pra isso? Talvez. [Pink Tentacle]