Desenvolvido pelos pesquisadores da Universidade Techion de Israel, o que torna o robô possível é que ele não tem um motor ou algo parecido para se mover por si só, utilizando, ao invés disso, um campo magnético externo ao corpo. Isso significa que os médicos podem não apenas guiar como também impulsionar o robô pelas veias a uma velocidade de 9mm por segundo.

Quando o robô precisar estacionar, aqueles pequenos bracinhos podem se esticar *arrepios* e agarrar nas paredes das suas veias *arrepios*arrepios*arrepios*arrepios*.



Agora os pesquisadores estão tentando fortalecer o robô, adicionando ferramentas extras e até mesmo uma câmera. E por mais arrepiante que possa ser pensar em um reality show filmado por um robô e estrelando a minha aorta, ainda me parece melhor do que ter diversas camadas pele cortadas por um bisturi. [The Inquirer via Newlaunches]