A Samsung parece estar preparando um rastreador que funciona com Bluetooth. O pessoal do 91 Mobiles encontrou imagens do suposto produto postadas pela autoridade de certificação NCC, em que ele está listado como Samsung Galaxy SmartTag.

Já faz um tempo que ouvimos falar de um produto assim da Apple, as AirTags, e também há outros dispositivos desse tipo no mercado estrangeiro, como o Tile. O Galaxy SmartTag usaria o Bluetooth para se conectar aos seus outros aparelhos. Assim, é só prender um deles a um item pessoal seu e pronto, dá para usar seu celular para achar seus pertences.

O rastreador da Samsung apresenta um pequeno orifício no canto para prendê-lo facilmente a um cordão, cabo ou chaveiro. Ele funcionaria com uma bateria substituível, de acordo com a documentação obtida pelo GSMArena no início deste mês.

Há um tempo que circulam boatos de que a Samsung está trabalhando em um concorrente para o Tile, mas estamos vendo pela primeira vez como esse produto seria. Também parece ser a confirmação do nome Galaxy SmartTag, que já havia aparecido no código do aplicativo SmartThings no início desta semana.

O código tem alguns ícones de rastreador, possivelmente para uma interface. Uma das imagens traz a descrição “ajudará você a rastrear objetos como carteiras, chaves, fones de ouvido e muito mais”, provavelmente em referência ao produto.

A empresa não respondeu imediatamente ao pedido de comentário do Gizmodo. A Samsung deve estar se preparando para anunciar sua próxima linha de smartphones de topo de linha, a série Galaxy S21, em 14 de janeiro. Pode ser que haja algumas informações sobre as SmartTags no evento, possivelmente até uma data de lançamento.

O site 91 Mobiles especula que poderia custar 1.300 rúpias, cerca de US$ 18 ou R$ 94 em conversão direta, o que parece bastante razoável. Um diferencial seriam as baterias substituíveis. Alguns modelos do Tile não tinham essa opção, o que significava que, quando a bateria acabava, você precisava jogar o equipamento todo fora. Como você deve saber, tudo que não precisamos neste momento é mais lixo eletrônico no planeta.