Basta um nome de peso aparecer no cenário nacional para que alternativas surjam. Melhores? Piores? É difícil dizer num primeiro momento, mas só o fato de haver várias empresas investindo num determinado setor anima no sentido de que ele provavelmente se desenvolverá. Após a chegada do Netflix, os serviços de streaming de vídeo sob demanda ganharam reformulações para combater o invasor externo e novas opções surgiram. A última delas é da Sky.

Ainda há poucas informações, mas o Sky Online, nome do novo serviço oferecido pela operadora de TV por assinatura, atuará em duas frentes. A primeira é basicamente a versão para computador do Sky On Demand, já disponível para assinantes pela TV, com a oferta de compra e aluguel de filmes. Lançamentos custam em torno de R$ 35 (!), já o aluguel, R$ 6,90. Títulos mais antigos podem ser alugados por R$ 4,90. Não sabemos ainda se estamos falando de coisas em alta definição apenas.



Na parte de conteúdo ilimitado a la Netflix, o plano custa R$ 14,90, mas tem uma pegadinha na jogada: após seis meses a mensalidade pula para R$ 19,90. Nessa forma o nome do serviço cresce (Sky Online Clube) e a oferta de conteúdo se estende para programas de TV, rádios e jogos do campeonato espanhol de futebol. Se o serviço a la carte for bem implementado, este pode ser o início do fim da TV a cabo como conhecemos.

O novo Sky Online é para uso exclusivo no computador. Por ora restrito a alguns clientes da Sky durante o “beta” (já tem site funcional, aliás), é preciso instalar um programa para ter acesso ao conteúdo. Nada se sabe, ainda, sobre a expansão do serviço para aplicativos móveis e video games, nem se a programação do conteúdo ilimitado. Aqui, de longe, parece ser mais uma movimentação para marcar presença e preparar terreno para melhorias futuras do que uma investida contra os concorrentes. Se bem que… é beta, né? Numa dessas a mania googliana de tascar o rótulo “beta” em qualquer coisa ainda não chegou à Sky. [Tecnoblog]