Talvez seja melhor você se sentar antes de ler isto. E segure as pessoas que você ama, caso elas estejam por perto. É hora de acordar de uma grande mentira: aparentemente, Jurassic Park não é cientificamente preciso. E tudo isso por causa de um pequeno mosquito.

Para quem não conhece (ou seja, aqueles que vivem em abrigos anti-bomba do tempo da Guerra Fria), a história dos filmes é possível porque cientistas conseguiram extrair sangue de dentro de um mosquito pré-histórico preservado em âmbar. A partir daí, eles usaram o DNA para clonar os monstros enormes do período jurássico, colocaram todos em uma ilha e criaram um parque de diversões bem mais divertido (e fatal) do que a Disney World.

No entanto, o entomologista Joe Conlen explicou ao Business Insider que a espécie de mosquito usada no filme (Toxorhynchites rutilus) nunca se alimentou de sangue. Tudo bem, eles poderiam ter usado outra espécie no filme e tudo estaria certo – nosso colega Toxorhynchites rutilus é o único tipo que não se alimenta de sangue. Claro, outro problema seria o fato do DNA não conseguir se manter viável após 80 milhões de anos (além de alguns pequenos problemas como por exemplo o fato de nunca terem explicado como conseguiram DNA de plantas pré-históricas, e também como ninguém fez aquela mulher parar de falar), mas ei, detalhes.

Nos desculpamos por acabar com seus sonhos ao revelar esta mentira, mas você precisava saber. E obrigado por nada, Spielberg. [Business Insider]