Sempre que um avião cai, o gravador da caixa preta entra em cena, aquela máquina mística sobre a qual sussurram no fundo dos noticiários. Foi assim que a Wired organizou um relatório detalhado do dispositivo.

Como você talvez saiba, a caixa preta de aço ou titânio é de fato pintada de laranja ou vermelho para ser fácil de encontrar e identificar. E geralmente são na verdade duas caixas (e, neste caso, uma delas é um cilindro), enquanto uma “caixa” grava a voz e a outra “caixa” grava os dados.

O gravador de voz pega duas horas de áudio dos headsets dos pilotos e microfones dentro do cockpit. De uns anos pra cá, ela recebeu um upgrade digital que a torna menos suscetível a problemas ambientais em relação às fitas de antigamento.

O FDR (Gravador de Dados do Vôo) registra medidas de aproximadamente 88 diferentes problemas de desempenho do vôo em intervalos de poucos segundos. Quando a merda bate no ventilador (ou, em alguns casos, no avião), o FDR registra as medidas a intervalos menores.

Mas não importa quão bonita seja a caixa preta do ponto de vista da durabilidade apocalíptica, ela parece uma ideia meio antiquada em uma era quando a comunicação wireless em tempo real é disponível globalmente. [Wired e Getty]