A tocha olímpica tem um único objetivo que é se manter acesa não importa o que aconteça. E, sinceramente, nunca parei para pensar como isso é feito. O que ela usa para isso é gás pressurizado e um corpo resistente que provavelmente sobreviveria a uma reentrada na atmosfera da Terra.

O pessoal do What’s Inside cortou uma das tochas construídas para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, mas eles precisaram de um dia inteiro para isso, além de três serras diferentes, e alguns fusíveis desativados de tanta energia elétrica que foi usada. Sério, essa coisa foi construída como se fosse um tanque de guerra, com anéis concêntricos, eixo de alumínio e uma linha central de gás com mola.

Para se manter acesa, a tocha olímpica é mais parecida com um isqueiro recarregável do que com um pedaço de pau em chamas. A base dela abriga um cilindro de gás, que é torcido até engatar nessa linha central. O combustível sobre através da base até chegar a uma espécie de grelha perfurada à prova de vento, mais ou menos como em um Zippo.

Você pode conferir o vídeo dela sendo destruída abaixo – ele tem legendas em português: