Reserve em sua agenda: a Xiaomi chega ao mercado brasileiro até o fim deste mês, mais especificamente no dia 30. A companhia chinesa revelará na data quando e por quanto seus produtos serão vendidos no país.

O anúncio feito no Facebook convida os fãs para a conferência no fim do mês — é possível fazer um cadastro para participar do evento, aparentemente aberto ao público, no site oficial.

Ainda segundo o anúncio na rede social, Hugo Barra, ex-funcionário do Google e hoje atual vice-presidente de expansão internacional, comandará a Xiaomi no Brasil. Ele se desligou da gigante de buscas em 2013, onde liderava o desenvolvimento do Android, para assumir o cargo de vice-presidência na companhia chinesa.

A Xiaomi ainda não comercializa nenhum produto no país, mas a Anatel homologou um celular da companhia em dezembro de 2014. Então, é bem possível que o Redmi Note 4G seja o primeiro smartphone da gigante chinesa em terras tupiniquins — ele possui tela de 5,5 polegadas e resolução 1280×720; processador Snapdragon 400 quad-core, 2 GB de RAM e 8 GB de armazenamento, com possibilidade de expansão via microSDs; câmera traseira de 13 megapixels e câmera frontal de 5 megapixels.
Xiaomi Redmi Note 4G (1)

A gigante chinesa, criada em 2010, já desbanca empresas mais antigas, como a Samsung, e é hoje considerada a terceira maior fabricantes de celulares do mundo — ela, no entanto, não faz apenas celulares: tablets, fones de ouvido e até câmeras de ação fazem parte do catálogo da Xiaomi.

E eu adoraria ver a câmera de ação Yi como um dos produtos apresentados pela marca no dia 30. Ela custa cerca de US$ 64 e tão poderosa quanto uma GoPro Hero, vendida a US$ 130 — será uma competição interessante para o nosso mercado, que só possui as caríssimas câmeras da GoPro. E a Yi vem com acessórios vestir a câmera no seu gato. Adoraríamos ver a resposta da GoPro para esse acessório. [Olhar Digital, Facebook]