Yves Behar acha que existe algum mérito para um celular que faz bem uma única coisa: realizar chamadas. Então ele jogou fora as telas de toque, os complexos sistemas operacionais, e fez uma parceria com Aesir para produzir um bem elaborado dumbphone tátil, o +YvesBehar.

Projetando a interface de usuário e o próprio hardware, Behar tem alguns dos melhores fabricantes de componentes de relógio da Suíça e França para fazer a parte de metal do celular (que pode vir em ouro ou aço inoxidável). Mas que diabos cara, esse celular precisa mesmo custar 7000 euros quando for lançado no próximo trimestre?