Veja você, seu headset sem fio é como uma facção da Dinamarca em guerra e seu iphone é como outra facção de lá. Harald, cujos dentes podiam ou não ser azuis pelo tanto de blueberries que ele comia (ou pela gelada carne da morte) aproximou esses grupos e então avançou na conquista de opositores e intrusos estrangeiros. O Bluetooth do seu celular é como isso. Tudo isso soa como um conveniente tributo aos suecos da Ericsson, os inventores do Bluetooth — embora um tributo meio estranho, já que Harald e a Suécia viviam se estranhando.

Mas isso foi há muito tempo. O sangue escandinavo secou e deu lugar a convenientes e seguras conversações sem fio e streamings falhos de áudio. Todos o saudamos, Harald. [Bluetooth, dica de Ari Tiziani]