A Apple anunciou hoje que vendeu três milhões de novos iPads desde seu lançamento, na sexta-feira, em 10 países. É um número absurdo. Aparentemente, não há mais volta.

É bem incrível. É apenas um milhão a menos do que os números do iPhone 4S no mesmo tempo. Com a diferença de que o iPad custa bem mais — lá fora, um iPhone em contrato sai bem mais em conta — e, em tese, ele não tem tanto uso quanto um smartphone.

Mais dois dados interessantes para comparação: o iPad original precisou de 80 dias para atingir a marca de três milhões de unidades. Oitenta dias. Depois, o iPad 2 atingiu a marca em 28 dias, mas é importante lembrar que ele, inicialmente, só foi vendido nos EUA. O novo iPad foi lançado simultaneamente em vários mercados importantes: EUA, Reino Unido, Austrália, Canadá, França, Alemanha, Hong Kong, Cingapura e Japão, além de Porto Rico e Suíça.

O lançamento em vários países ajuda em muito à marca de três milhões, claro, mas mesmo assim, é um número impressionante.

Olhando para as estatísticas, é possível acreditar na teoria de que o iPad será o equivalente ao que o iPod foi na década passada. O conexão entre o iPad e a App Store é tão sólida atualmente que isso pode fazer com que a Apple mantenha a hegemonia no mercado de tablets por anos, assim como o iPod fez com a iTunes Store por anos no mercado de players de música.

Lembra quando aquele monte de gente dizia que os tablets não vingariam? Bem, é chato dizer isso, mas eu avisei. Esse é o futuro da computação.