Na abertura da WWDC Craig Federighi apresentou mais novidades sobre o Mountain Lion, a próxima iteração do OS X. Com uma base instalada de 64 milhões de usuários e tendo no Lion, a versão anterior/atual, a mais vendida da história da Apple (26 milhões de cópias em nove meses), foi mais um recap do que já sabíamos, com poucas novidades mesmo, mas algumas importantes, como preço e data de lançamento.

falamos bastante das novidades do Mountain Lion, a maioria delas destacadas mais uma vez na WWDC e reforçando a “iOS-ficação” do OS X. Mas em meio a muito “vale a pena ver de novo,” surgiram novos recursos e funções que merecem menção.

O Power Nap, por exemplo, é um novo modo “low profile” que coloca o sistema para trabalhar em atividades rotineiras, como realizar backup, atualizações e sincronia com a nuvem gastando pouquíssima energia e sem exigir muito do hardware. Ele só funcionará na segunda geração do MacBook Air e no novo MacBook Pro, porém — ouch.

No palco também foi demonstrado o suporte a AirPlay, que permitirá passar o conteúdo do notebook para TVs via Apple TV, e o Game Center, cafona como é no iOS, mas que “contará pontos” de forma unificada em todas as plataformas, OS X e iOS

Foi dado bastante destaque à localização do Mountain Lion para a China, com suporte a dicionário, adaptações no Safari e a inclusão do buscador Baidu no sistema. A Apple pede para que os desenvolvedores olhem com carinho esse mercado — está em processo de explosão, com muito chinesinho comprando Apple como se não houvesse amanhã.

O Mountain Lion, com 200 novidades no total, enfim ganhou data de lançamento e preço: sai mês que vem por apenas US$ 19,99 — US$ 10 mais barato que o Lion e uma prova de que o modelo de compra via download deu certo.