Esta não é a primeira vez que David Ayer se pronuncia a respeito de seu trabalho em Esquadrão Suicida (2016), dirigido por ele. Desta vez, temos sua declaração mais extensa até então, deixando o filme completamente no passado.

Em tradução livre ao tweet do diretor:

“Coloquei minha vida em Esquadrão Suicida (…) fiz algo incrível. Minha versão é uma jornada intrincada e emocional com algumas pessoas ruins que são descartadas (um tema que ressoa na minha alma). A versão de estúdio não é meu filme. Leia isso de novo.”

Minha versão não é a versão do diretor de 10 semanas – é uma edição totalmente madura de Lee Smith sobre o trabalho incrível de John Gilroy. É uma trilha sonora brilhante de Steven Price, sem uma única música de rádio em tudo. Arcos de personagens, performances incríveis, uma resolução sólida de terceiro ato (…) Pouca gente viu.”

Na “onda” de cortes do diretor, como fez Zack Snyder com Liga da Justiça, Ayer propôs o mesmo ao seu filme, mas foi negado pela CEO da Warner Bros., Ann Sarnoff. Snyder, por acaso, tinha apoiado o projeto.

Ano passado Ayer disse que o filme foi “despedaçado” pela Warner Bros, dizendo que o primeiro corte feito por ele os assustou e que havia cenas “aterrorizantes” do Coringa, interpretado por Jared Leto. Exceto pelas fortes críticas negativas, querendo ou não, Esquadrão foi sucesso: arrecadou nada menos que US$ 700 milhões em bilheteria.

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O Esquadrão Suicida, filme “independente” do Universo DC que será lançado na semana que vem, é dirigido por James Gunn, o mesmo de Guardiões da Galáxia. Como de costume nos filmes da Warner Bros., 35 dias após a estreia ele estará disponível via streaming na HBO Max aos assinantes brasileiros.