A San Diego Comic-Cong 2021, que acontece neste final de semana, teve um painel especial para a trilogia Rua do Medo, da Netflix. Dirigida por Leigh Janiak, a história de três partes se passa em 1994, 1978 e 1666, com cada uma delas revelando a história de uma bruxa chamada Sarah Fier, que assombrou a cidade de Shadyside por séculos.

Porém, mesmo com mortes sanguinolentas, nas imagens dos bastidores temos só diversão:

Além disso, as estrelas Kiana Madeira, Olivia Scott Welch e Benjamin Flores Jr. se juntaram ao co-roteirista e diretor da trilogia, Leigh Janiak, e também ao autor, R.L. Stine (dos livros que originaram a série), para discutir tudo sobre Rua do Medo, durante cerca de meia hora.

Stein disse que na construção da trilogia ele recebeu mais feedbacks do que qualquer livro que já havia escrito. As pessoas estavam realmente entusiasmadas com os filmes. O assassinato no shopping não só dá o tom da série (enquanto presta homenagem ao filme Pânico), mas se você assistir depois de ver os três filmes, há várias pistas de como tudo termina, além da jornada que todos farão e as grandes revelações.

As estrelas também falaram sobre como estão orgulhosas de o filme ter refeito tantos tropos de terror, como aquele em que não são apresentados personagens gays. Kiana Madeira destacou como a “alma” de todos os filmes é a história de amor entre duas mulheres: a sua personagem, Deena, e a personagem de Scott Welch, Sam. Não é algo que costumamos ver no gênero de terror.

Todos os atores disseram que os preparativos para desempenhar papéis alternativos no último filme da série, 1666, começaram logo após as filmagens do primeiro filme. Ademais, todos tiveram que trabalhar em sotaques que tornavam os personagens verossímeis nos século XVII. Para o filme em questão, Stine revelou que a vila onde a maior parte da ação acontece foi construída da mesma maneira que seria feita na época, até mesmo em uma fidelidade milimétrica de conseguirem o “tipo certo de pregos”.

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Agora que os três filmes estão disponíveis na Netflix, Janiak disse que colocou muitos easter eggs e outras referências para as pessoas assistirem várias vezes. Por exemplo, ela disse que a mixtape que Deena dá a Sam no primeiro filme assume um novo significado quando você vê os três longas juntos. Especialmente a frase “deve haver um demônio entre nós”. Pelo visto, há muito a se explorar em uma “segunda sessão” de Rua do Medo. Infelizmente, o painel não confirmou se haverá mais filmes da série.