Esse cara se chama Paul. Ele é professor de fisiologia e fã do Ohio Stadium, de futebol americano e, como aquele alemão maluco por estádios e Lego de alguns anos atrás, ele também usou milhões de pecinhas para criar um estádio com escala de 1:1000 durante dois anos.

Medindo 2,4 metros por 1,8 metros, Paul conseguiu boa parte das peças em sites de trocas de peças de segunda mão, mas se ele o tivesse construído com peças novinhas o custo seria de U$75 mil, ele explica. E se você está pensando no que diabos um cidadão pode fazer com um estádio com escala de 1:1000, veja bem: Paul pretende exibi-lo no campus de sua universidade e usá-lo para angariar fundos para pesquisas de insuficiência cardíaca e distrofia muscular. Como o estádio suporta até 6 mil pessoinhas de Lego, isso quer dizer que 6 mil doadores podem ser representados ali. [Dispatch via Sportress of BlogitudeObrigado, Kris!]