Nas horas livres da atividade de sequestrar Jaycee Dugard, mantendo-a como escrava sexual e forçando-a a criar vários dos seus filhos, alegando que este processo o curou da sua pedofilia, Garrido escrevia em um blog sob o nome de THEMANWHOSPOKEWITHHISMIND ("OHOMEMQUEFALOUCOMAMENTE"). Um dos seus escritos menos doentios e incoerentes explica que ele queria desesperadamente patentear um novo gadget:

Por este documento venho afirmar que eu, Philip Garrido, claramente demonstrei a habilidade de controlar o som com a minha mente e desenvolvi um aparelho para que outros presenciem este fenômeno. Usando um gerador de som e um sistema de amplificação de headphones (um dispositivo para focar a sua audição de modo a aumentar a sensibilidade ao que se está ouvindo), eu produzi um conjunto de vozes ao efetivamente controlar o som para pronunciar palavras através dos meus próprios poderes mentais.

Claro que o aparelho parece algo saído diretamente de um bom sci-fi, e seria algo com o que com certeza gostaríamos de brincar… se não tivesse saído das profundezas da mente alucinada de um homem totalmente doente.

A Xeni Jardin, do BoingBoing, termina o seu post com a frase "que apodreça no inferno". Não acho que ninguém aqui se oponha a esse pensamento — de fato, um dos nossos editores expressou o seu sentimento de maneira um pouco mais visual. [BoingBoing]