As balas de tungstênio do exército dos EUA foram projetadas para serem mais ecologicamente corretas, mas uma pesquisa mostrou que o tungstênio aumenta o risco de câncer e fez com que eles interrompessem a fabricação dela. O problema, como aponta o Danger Room, é que as munições de tungstênio estão por toda parte.

O exército dos EUA começou a usar tungstênio nas suas armas para substituir o urânio empobrecido, que também é alegadamente (porém notoriamente) um bagulho nojento. O tungstênio é usado em mísseis portados pelos drones, na arma gatling antimísseis Phalanx, em munições antitanque e em diversas outras. A parte insana é que, mesmo que o exército dos EUA parem de usar tungstênio nas munições de treinamento, eles ainda usariam o tungstênio em vez de urânio empobrecido em outras ocasiões.

Por outro lado, não devemos nos esquecer que as balas e outras armas – apesar de serem terrores mais avançados tecnologicamente – já são originalmente projetadas para fazer coisas horríveis aos seres humanos mesmo. [Danger Room, Imagem: longhorndave/Flickr]