Esta é a moral deste artigo do New York Times sobre a crescente guerra dos chips mobile. Eles são caros para serem fabricados. E ninguém manja mais sobre isso do que a Intel, que está nesse negócio há bem mais tempo do que qualquer outra empresa.

Até recentemente, fábricas que faziam chips simples por contrato faziam chips de design mais simples, porque era para isso que a sua tecnologia era apropriada. Agora os smartphones, e os chips dentro deles, são BFD, e a concorrência está acirrada, com fábricas de 3 bilhões de dólares. A GlobalFoundries, que surgiu de dentro da AMD, é uma das novas competidoras de peso e está prestes a abrir uma fábrica enorme e altamente avançada na Alemanha. Os primeiros chips que eles vão produzir são mobile.

Quer saber o que mais é caro? Projetar esses chips. O NYT coloca o custo de simplesmente desenhar um chip do zero na casa dos bilhões de dólares, mas exatamente o que eles entendem por "do zero" não fica claro, já que chips como o A4 da Apple e o Tegra da nVidia são baseados em projetos anteriores da ARM e outras.)

As coisas vão ficar interessantes quando estes chips mobile, a maioria ARM, finalmente começarem a cruzar a linha junto os da Intel. Os poder dos ARM está crescendo, enquanto o dos Intel está diminuindo, e a interseção não está tão longe. E é aí que a Intel tem uma chance de realmente mostrar que não está de brincadeira, já que ela é a última que sobrou que ainda projeta e fabrica os seus próprios chips. [NYT]