Filmes em animação sempre fazem muito sucesso, e os estúdios Disney são um dos grandes nomes por trás de várias obras inesquecíveis. Mas quando eles se aproximam do real, com adaptações para filmes em live-action, realizados por atores e atrizes reais, percebemos que dá para explorar o universo cinematográfico de muitas maneiras, especialmente com novas tecnologias, gerando entretenimento de qualidade.

Por isso, o Gizmodo Brasil preparou uma lista completa com os títulos disponíveis no catálogo do Disney+ para você curtir na segurança de sua casa. Confira:

Aladdin (2019)

Este live-action da animação de 1992 trouxe uma nova roupagem para a história de sucesso de Aladdin, Jasmine e Gênio. Aliás, este último foi interpretado pelo ator Will Smith, que aparece na forma de um gênio da lâmpada mágica humano que também desenvolve um papel maior na jornada de Aladdin, com quem cria uma relação de amizade muito mais forte do que a mostrada na obra original. E este é um dos grandes trunfos do filme: conseguir se tornar atual ainda mantendo a magia que já acompanha esta história há mais de duas décadas. Com uma trilha sonora marcante e atuações especiais, o filme se destaca entre as live-action produzidas nestes últimos tempos. Vale conferir.

Alice no País das Maravilhas (2010)

Baseado nas obras infantis de Lewis Carroll, a história de Alice consegue ser atemporal, especialmente por personagens como a Rainha Vermelha e o Chapeleiro Maluco. Pelas mãos de Tim Burton, o filme ganhou novas camadas e um visual bem mais encorpado e rico em detalhes. É uma beleza de assistir. Em resumo, a historia mostra uma Alice (Mia Wasikowska) com 19 anos, que retorna ao excêntrico País das Maravilhas, onde ela entrou pela primeira vez quando criança e agora embarca em uma jornada para descobrir seu verdadeiro destino. Apresentando uma releitura mais sombria para uma obra que influencia gerações de leitores, Alice no País das Maravilhas é uma experiência cinematográfica imperdível. A continuação, Alice Através do Espelho (2016) também está disponível no catálogo.

A Bela e a Fera (2017) 

A jornada de Bela, uma jovem corajosa e independente que é aprisionada no castelo de um Fera, é uma das histórias de maior sucesso do estúdios Disney, especialmente pela sua trilha sonora, como a famosa e belíssima música “Beauty and the Beast”. No live-action que traz Emma Watson — a eterna Hermione Granger de Harry Potter — no papel principal como Bela, é possível ver que houve uma preocupação de buscar levar uma obra muito similar à versão original, com raras mudanças, o que traz aquele sentimento familiar de nostalgia. Mesmo assim, o filme consegue ser grandioso e único a sua maneira.

Mulan (2020) 

Com direção da aclamada diretora Niki Caro (O Zoológico de Varsóvia), o live-action foi o último lançamento feito pela Disney, apesar de todo o contexto pandêmico. Muito diferente dos já citados aqui na lista, esta foi uma adaptação que sofreu muitas mudanças de sua versão original, como a ausência das músicas cantadas, do dragão Mushu e do interesse romântico da guerreira, Li Shang. Assim, a história fica mais focada na relação de Mulan (Yifei Liu) com sua família, suas dinâmicas com os vilões e sua jornada no Exército Imperial. Mesmo com estas modificações (que causaram muitas comparações), a obra se mantém autêntica e um ótimo entretenimento para ser assistido a qualquer momento.

Cinderela (2015) 

Considerada a melhor live-action feita pela Disney desde 2010, Cinderela é realmente um show visual, além de conseguir remeter à obra original sem perder o ar de novidade. A história acompanha a vida da jovem Ella (Lily James), cujo pai comerciante se casa novamente depois que fica viúvo de sua mãe. Mas, quando o pai de Ella adoece e falece inesperadamente, ela se vê à mercê de uma nova família que apresenta ações cruéis. É fato que esta história já apresentou várias adaptações, como Cinderella (1997) com Whitney Houston no papel de Fada Madrinha e A Nova Cinderela (2004) com Hilary Duff no papel principal. Neste live-action, o diferencial está no novo desenvolvimento da madrasta, interpretada pela talentosa Cate Blanchett. Por isso, vale a pena conferir esta nova formulação e as discussões válidas que ela pode apresentar, especialmente quando pensamos no que é uma história de contos de fadas.

Malévola (2014)

Com toda a certeza, o papel de Malévola de Angelina Jolie é um dos mais marcantes na carreira da atriz. Conhecida como a principal antagonista da princesa Aurora, a Bela Adormecida, a fada que se transformou em uma pessoa marcada pelo ódio aos humanos foi a responsável pela maldição que pode fazer com que Aurora seja morta, ao completar 16 anos, quando tocar no fuso de uma roca. Mas, diferente do filme de 1959, nesta obra de 2014, ela se torna protagonista e acaba adotando uma postura de mãe para Aurora (Elle Fanning), e assim passa a entender melhor as diferentes dinâmicas do mundo dos homens. É um filme bem interessante, principalmente por trazer uma grande vilã aos holofotes. Mas a aposta foi certeira e com a poderosa atuação de Jolie, o filme é uma das melhores live-actions no catálogo do Disney+.

Dumbo (2019)

Levando seu talento para contar histórias a um novo nível, o diretor Tim Burton foi o responsável pela live-action do elefante Dumbo. Como característica marcante de suas obras, o lado sombrio da história do animal ganha ainda mais ênfase com a inspiração clara na história de Jumbo, o elefante mais famoso da história mundial e que morreu em circunstâncias estranhas. A ótima narração, em combinação com a estética da obra, fazem com que a história ganhe ainda mais camadas e o que abre espaço para uma discussão de suma importância: os maus-tratos frequentes em animais que participam de atrações artísticas. Por mais que o filme traga momentos tristes, existe uma mensagem otimista e esperançosa por trás de cada ato.

A dama e o vagabundo (2019)

Filmes com animais sempre apelam para nosso lado mais sentimental, especialmente quando traz uma história tão cheia de significados como esta adaptação em live-action do filme de animação de 1955. Para quem desconhece, ambas as obras foram baseadas em um conto chamado Happy Dan: The Cynical Dog, publicado pela revista Cosmopolitan em 1943, que apresentava a história de um vira-lata que conseguia manipular as pessoas para receber comida grátis. Em A Dama e o Vagabundo, temos dois cachorrinhos (Lady e Tramp) que pertencem a classes sociais diferentes, mas que acabam se apaixonando um pelo outro. É um clichê mas perfeito para ver, especialmente pela famosa cena do espaguete à luz de velas.

101 Dálmatas (1996) 

A personagem Cruella De Vil, interpretada por Glenn Close, é um sucesso até os dias de hoje. Não é a toa que em breve teremos uma história à parte, à la Malévola, sobre a personagem, com Emma Stone (La La Land) no papel principal. Em 101 Dálmatas, De Vil é proprietária de uma confecção de roupas femininas e quer a todo custo lançar uma tendência de vestuário: casacos de pele de dálmatas. No outro ponta da história, o casal Anita (Joely Richardson) e Roger (Jeff Daniels), estão curtindo a chegada dos filhotinhos de seus queridos dálmatas, Pongo e Perdita. Assim, quando estes dois mundos se cruzam, um objetivo fica claro: salvar estes animais vai ser a principal tarefa a ser cumprida.

O Rei Leão (2019) 

Sendo a live-action mais esperada para ser lançada, uma vez o filme original é um sucesso absoluto, O Rei Leão conseguiu escalar um time competente de dubladores para dar vida a personagens icônicos como Simba (Donald Glover), Mufasa (James Earl Jones), Nala (Beyoncé), Pumba (Seth Rogen), Timão (Billy Eichner), Scar (Chiwetel Ejiofor) e outros. Sendo fiel a sua obra original, os números musicais são seu principal diferencial e tudo de forma positiva: os instrumentos e as novas vozes trouxeram ainda mais força para esta história sobre família, autodescobertas e respeito para com sua comunidade. Recomendamos muito a clássica “Can You Feel the Love Tonight” que ficou ainda mais bela, além das instrumentais assinadas por Hans Zimmer, que também foi o responsável pela trilha sonora na versão de 1994.

Mogli – O Menino Lobo (2016) 

A história do menino Mogli, criado por lobos desde muito pequeno, sempre teve o seu lado emocionante. Mesmo que ela possua alguma familiaridade com Tarzan, ainda consegue executar seu conceito e enredo de forma original, com apresentação de personagens complexos como o temido tigre Shere Khan, a bondosa pantera Bagheera e a cruel cobra Kaa. Com a mesma trama de sua obra de 1968, Mogli (Neel Sethi) precisa lidar com o fato de não ser mais bem-vindo no único lugar que conhece como casa, pois a violência reproduzida pelos humanos faz com que ele seja visto como ameaça aos animais da floresta. Deste modo, ele começa sua trajetória que vai lhe trazer muitas descobertas.

Meu amigo, o Dragão (2016) 

Remake do filme de 1977, o filme também toma sua licença criativa para modificar determinadas construções que não fariam tanto sentido nos dias de hoje. Foi a melhor solução, pois trouxe uma obra relevante, com um discurso forte de preservação ambiental e que pode ser uma ótima escolha para ser vista em família. Na trama, o escultor Meacham (Robert Redford) encantou crianças com suas histórias sobre um dragão feroz que vive escondido na floresta, na região do Noroeste Pacífico dos EUA. Para sua filha Grace (Bryce Dallas Howard), que trabalha como guarda florestal, estas histórias são apenas fábulas. Mas tudo muda quando ela conhece Pete (Oakes Fegley), uma criança de 10 anos que alega viver na floresta apenas com seu dragão verde chamado Elliot. Assim, com a ajuda da pequena Natalie (Oona Laurence) e de seu pai, Jack (Wes Bentley), dono da serralheira local, Grace vai em busca da verdadeira identidade de Pete e Elliot.

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