Imagine: estamos em um supermercado Walmart numa cidade chamada Nampa, em Idaho (EUA). Uma vítima sem nome – vamos chamá-lo de Fred – acabou de comprar um novo smartphone. Ocupado baixando apps antes mesmo de tirar toda a cobertura de plástico do celular, ele não vê Brian Westerfield chegando perto. Mas ele percebe quando Westerfield rouba seu smartphone na cara dura, com algum app do Twitter ainda baixando.

Fred faz o que qualquer pessoa sem um app para o Twitter faria: ele liga para a polícia. E o que acontece depois é uma caçada absurdamente simples: a polícia ligou para o bandido (felizmente, eles sabiam o número, graças ao Fred), e fingiram ser um comprador interessado no aparelho. Agora, eu queria saber o que passou pela cabeça desse ladrão quando alguém ligou para o celular que ele havia acabado de roubar. Ele não se tocou que a única pessoa que saberia aquele número – e que o celular havia sido roubado – era com certeza o dono?

De acordo com o sargento Mike Wagoner, eles “negociaram o preço pelo celular, e quando o suspeito apareceu [para fechar o negócio], a polícia obviamente estava lá esperando por ele”.

Pior: quando a polícia avançou para prendê-lo, Westerfield tentou correr mas tropeçou e caiu de cara no chão. Agora ele pode ser condenado a até 5 anos de prisão. E Fred está de volta com seu smartphone, enchendo seu aparelho de apps como deveria ser. [KBOI2Valeu, Michael!]