Ok, ninguém lamentou a derrota. A posição que o Brasil alcançou, numa disputa que envolve 35 países, é na realidade alarmante para a IIPA e para a ESA, a Associação de Software e Entretenimento. Somando a França, que ficou em quinto, os cinco países representaram, em 2010, 54% dos downloads ilegais via P2P de jogos online. Imagine só se eles vissem como anda a venda de jogos piratas em mídias físicas?

O número assusta os americanos, que entendem que o crescimento da indústria dos EUA esbarra nesse tipo de ilegalidade. E dá uma bronca no governo brasileiro, batendo numa antiga tecla, afirmando que o país precisa rever as barreiras comerciais para produtos legítimos, já que eles são vendidos “por preços inacessíveis a muitos brasileiros”. Parece que não somos só nós que não entendemos a extensa e complexa malha tributária do país. [ESA via IDG]